sexta-feira, junho 28, 2002


Sexa


- Pai...
- Hmmm?
- Como é o feminino de sexo?
- O quê?
- O feminino de sexo.
- Não tem.
- Sexo não tem feminino?
- Não.
- Só tem sexo masculino?
- É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
- E como é o feminino de sexo?
- Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
- Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino.
- O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra "sexo" é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
- Não devia ser "a sexa"?
- Não.
- Por que não?
- Porque não! Desculpe. Porque não. "Sexo" é sempre masculino.
- O sexo da mulher é masculino?
- É. Não! O sexo da mulher é feminino.
- E como é o feminino?
- Sexo mesmo. Igual ao do homem.
- O sexo da mulher é igual ao do homem?
- É. Quer dizer... Olha aqui. Tem sexo masculino e sexo feminino, certo?
- Certo.
- São duas coisas diferentes.
- Então como é o feminino de sexo?
- É igual ao masculino.
- Mas não são diferentes?
- Não. Ou são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
- Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
- A palavra é masculina.
- Não. "A palavra" é feminina. Se fosse masculina seria "o pal..."
- Chega! Vai brincar, vai.
O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:
- Temos que ficar de olho nesse guri...
- Por quê?
- Ele só penda em gramática.

Veríssimo
as mirellas...

Mirella Freni traz a pureza de sua voz de diva Ela, que já fez até Herbert von Karajan chorar com sua voz madura e cristalina

Nascida na Transilvânia, lendária e misteriosa região da Romênia, Mirella Faur desde pequena mostrou-se uma criança "estranha e diferente"

Mirella Migliari, namorada há dois anos e meio do guitarrista Billy Brandão confessa que o convívio lhe fez gostar mais de música. não sei se é a mesma mas tem uma que é designer gráfico e ganhou prata em um anuário 1999 com um relatório de num sei quê...

e ainda tem a bentivoglio que é poetisa com uma tal de poesia experimental e tem uma publicada nesta revista (acho que é uma revista) de nome estranho --> Ab ovo, ab eva, ave eva, e a. 1986, e que vou colocar o link pra ver a poesia dela aqui

tem outra que 17 anos (mas parece ter 7) de idade e é muito alegre

tem a mirella saude, tour, rep...

tenho também um .com.br e serve pra vender pavês, bolos, doces, tortas e salgados...

tenho declarações de amor que não são pra mim

uma que escreveu um roteiro com Eduardo Caron

outra que gosta mais de informática

uma atleta

Essa que pensa demais

outra teve esta página dedicada para ela e que, até agora, só não entendi por que, mas nem é da minha conta mesmo...

MIRELLA Pigments and Digital Images on Canvas 30 x 200 cm

e mais outra que se meteu a escrever poesia

esta toda erótica e cheia de vontades

e como não poderia deixar de ser, uma médica de nome parecido com giárdia

Mirella, Andressa, Paloma, Alice & suas Mentiras.

uma Lopes que tem a minha idade, 7 cm a mais que eu, 4 kg a menos, um número do pé a mais e alguma coisa a ver com Atendimento em Hotel, motel, residências

outra que perdeu um tempo que eu não prederia com um negócio chamado Coluna Social

outra que sabe como viver tranquilo.

professora de criança

curriculum vitae de uma outra

outra que usa óculos escuros e diz: "os cavalos são os espiritos do vento ..."

outra CHEIA de "contatos"... Mirella. Estilo - mulher fatal, seios - arrebitados de tirar o folego. Totalmente desinibida, uma grande felina de 1,80m, 20 anos, manequim 40. ...

12 fotos de mais uma outra "de contatos"

outra é personagem de conto

outra se despe

outra, lá no Peru, aprende a viver compondo músicas católicas

outra quis dicas sobre os lençóis maranhenses, em 18 de setembro de 2001 às 18hs

esta, de sobrenome Goi, não quis se atrever sozinha e entrou para uma comunidade

mais uma que faz fanzines (Mirella Domenich)

Hobby : Curtir Chitãozinho&Xororó, esoterismo e bordar
Sobrenome: Gurgel
Homepage: www.bordarecia.com.br/album_turma/album.htm

Éramos 805, "... Não tenho esses pudores, não", provoca. MIRELLA SANTOS é a mais novinha da turma de supergatas finalistas...

outras foram aprovadas não sei pra quê em 2002, mas parece que não entenderam

uma cirurgiã-dentista,

esta também gosta de Drummond

outra resolveu escrever sobre Ascaridíase

e são mais de 3.200 resultados no google para o meu nome. Estes foram 100 destes que eu tive paciência de olhar. Fiz isso, além de por não estar fazendo nada de importante, por não me lembrar de conhecer trabalhos de outras mirellas - fora a mirella que me ensinou a chamar o junim de João Batista e que é a outra dos fanzines. Mas ainda não entendi direito, cada vez que leio o nome Mirella, parece que o negócio é comigo...
estão me roubando o nome... Agora senti como é estranho mesmo Gabriel. Tem até aí uma "tal" de Mirella Alves que tem um site de nome Lela´s home page... eu hein! será que toda mirella é Lela (ou lella)?
A pedidos: Iberê
Vou acabar decorando O Mito também...

quinta-feira, junho 27, 2002

nada mais brega no mundo...

Em vez de você ficar pensando nele, em vez de você viver chorando por ele, pensa em mim, chere por mim, liga pra mim. Não, não liga pra ele, pra ele, não chore por ele. Se lembre que eu há muito tempo te amo, te amo, te amo, ou, ou, quero fazer você feliz. Vamos pegar o primeiro avião com destino à felicidade, à felicidade, a minha é você. Pense em mim, chore por mim, liga pra mim, não, não liga pra ele. Pense em mim, chore por mim, liga pra mim, não, não liga pra ele. Pra ele, não chore por ele.
Ecletiquices... estranho. Você me faz bem, às vezes, mas você não existe (o você que eu inventei pra mim. Pensando bem se eu inventei, existe agora... tsc, arhhh), no entanto, conversa comigo.

quarta-feira, junho 26, 2002

Abro, escrevo, apago, fecho. Melhor não. Ou não, melhor... melhor nada, qualquer vai ser ruim. Maximizo, não só a janelinha do wbloggar, meus problemas, minhas dúvidas, medos, incertezas e certezas equivocadas, meu ócio e minhas mentiras. Escrevo lá o que deveria dizer e não tenho coragem (nem sei se deveria tanto assim). Aí apago. Apago é nada. Apagar é mais uma coisa equivocada que faço (ou tento, pelejo mesmo, fazer). Depois vem o mungango na boca que diz o melhor não (no dia em que souber o que é o melhor não estou mais neste plano em que me encontro, não mesmo) e me fecho junto com a janela.
Essa noite, perfeita pra ler Saramago, pra namorar quentinho, pra chorar um pouco. Noite ótima para não dormir - como todas as outras -, mas com um atrativo a mais - os relâmpagos. Noite quente e seca mesmo chuvosa sendo, e amanhã, dia cheio demais de nada. Noite ansiosa e silenciosa como quase nenhuma dias atrás - ou quase todas. Noite - como não poderia deixar de ser - estranha.
É um vazio de fora que consome a chuva. Vou procurar sobre em Manoel de Barros. 25.06.02/00:15

terça-feira, junho 25, 2002

O Mito

Sequer conheço Fulana,
vejo Fulana tão curto,
Fulana jamais me vê,
mas como amo Fulana.

Amarei mesmo Fulana?
ou é ilusão de sexo?
Talvez a linha do busto,
da perna, talvez do ombro.

Amo Fulana tão forte,
amo Fulana tão dor,
que todo me despedaço
e choro, menino, choro.

Mas Fulana vai se rindo...
Vejam Fulana dançando.
No esporte ela está sozinha.
No bar, quão acompanhada.

E Fulana diz mistérios,
diz marxismo, rimmel, gás.
Fulana me bombardeia,
no entanto sequer me vê.

E sequer nos compreendemos.
É dama de alta fidúcia,
tem latifúndios, iates,
sustenta cinco mil pobres.

Menos eu... que de orgulhoso
me basto pensando nela.
Pensando com unha, plasma,
fúria, gilete, desânimo.

Amor tão disparatado.
Desbaratado é que é...
Nunca a sentei no meu colo
nem vi pela fechadura.

Mas eu sei quanto me custa
manter esse gelo digno,
essa indiferença gaia
e não gritar? Vem, Fulana!

Como deixar de invadir
sua casa de mil fechos
e sua veste arrancando
mostrá-la depois ao povo

tal como é ou deve ser:
branca, intata, neutra, rara,
feita de pedra translúcida,
de ausência e ruivos ornatos.

Mas como será Fulana,
digamos, no seu banheiro?
Só de pensar em seu corpo
o meu se punge... Pois sim.

Porque preciso do corpo
para mendigar Fulana,
rogar-lhe que pise em mim,
que me maltrate... Assim não.

Mas Fulana será gente?
Estará somente em ópera?
Será figura de livro?
Será bicho? Saberei?

Não saberei? Só pegando,
pedindo: Dona, desculpe...
O seu vestido esconde algo?
tem coxas reais? cintura?

Fulana às vezes existe
demais; até me apavora.
Vou sozinho pela rua,
eis que Fulana me roça.

Olho: não tem mais Fulana.
Povo se rindo de mim.
(Na curva do seu sapato
o calcanhar rosa e puro.)

E eu insonte, pervagando
em ruas de peixe e lágrima
Aos operários: a vistes?
Não, dizem os operários.

Aos boiadeiros: A vistes?
Dizem não os boiadeiros.
Acaso a vistes, doutores?
Mas eles respondem: Não

Pois é possível? pergunto
aos jornais: todos calados.
Não sabemos se Fulana
passou. De nada sabemos.

E são onze horas da noite,
são onze rodas de chope,
onze vezes dei a volta
de minha sede; e Fulana

talvez dance no cassino
ou, e será mais provável,
talvez beije no Leblon,
talvez se banhe na Cólquida;

talvez se pinte no espelho
do táxi; talvez aplauda
certa peça miserável
num teatro barroco e louco;

talvez cruze a perna e beba,
talvez corte figurinhas,
talvez fume de piteira,
talvez ria, talvez minta.

Esse insuportável riso
de Fulana de mil dentes
(anúncio de dentifrício)
é faca me escavacando.

Me ponho a correr na praia.
Venha o mar! Venham cações!
Que o farol me denuncie!
Que a fortaleza me ataque!

Quero morrer sufocado,
quero das mortes a hedionda,
quero voltar repelido
pela salsugem do largo,

já sem cabeça e sem perna,
à porta do apartamento,
para feder: de propósito,
somente para Fulana.

E Fulana apelará
para os frascos de perfume.
Abre-os todos: mas de todos
eu salto, e ofendo, e sujo.

E Fulana correrá
(nem se cobriu; vai chispando)
talvez se atire lá do alto.
Seu grito é: socorro! e deus.

Mas não quero nada disso.
Para que chatear Fulana?
Pancada na sua nuca
na minha é que vai doer.

E daí não sou criança.
Fulana estuda meu rosto.
Coitado: de raça branca.
Tadinho: tinha gravata.

Já morto, me quererá?
Esconjuro, se é necrófila...
Fulana é vida, ama as flores,
as artérias e as debêntures.

Sei que jamais me perdoara
matar-me para servi-la.
Fulana quer homens fortes,
couraçados, invasores.

Fulana é toda dinâmica,
tem um motor na barriga.
Suas unhas são elétricas,
seus beijos refrigerados,

desinfetados, gravados
em máquina multilite.
Fulana, como é sadia!
Os enfermos somos nós.

Sou eu, o poeta precário
que fez de Fulana um mito,
nutrindo-me de Petrarca,
Ronsard, Camões e Capim;

Que a sei embebida em leite,
carne, tomate, ginástica,
e lhe colo metafísica,
enigmas, causas primeiras.

Mas, se tentasse construir
outra Fulana que não
essa de burguês sorriso
e de tão burro esplendor?

Mudo-lhe o nome; recorto-lhe
um traje de transparência;
já perde a carência humana;
e bato-a; de tirar sangue.

E lhe dou todas as faces
de meu sonho que especula;
e abolimos a cidade
já sem peso e nitidez.

E vadeamos a ciência,
mar de hipóteses. A lua
fica sendo nosso esquema
de um território mais justo.

E colocamos os dados
de um mundo sem classes e imposto;
e nesse mundo instalamos
os nossos irmãos vingados.

E nessa fase gloriosa,
de contradições extintas,
eu e Fulana, abrasados,
queremos... que mais queremos?

E digo a Fulana: Amiga,
afinal nos compreedemos.
Já não sofro, já não brilhas,
mas somos a mesma coisa.

(Uma coisa tão diversa
da que pensava que fôssemos.)

Carlos Drummond de Andrade

segunda-feira, junho 24, 2002

Por favor, parem de ler o meu blog. Vão ler um livro, ouvir uma música legal, assistir a um jornal, pular corda, almoçar, pintar as paredes do seu quarto, dar banho no cachorro, escrever uma carta para alguém que tá bem longe, procurar alguma coisa que está perdida, qualquer coisa, mas não percam o tempo de vcs lendo estas besteiras...




E você? É bola de que? por Testelândia


hehehe... ainda be que o cara já admite logo de cara. Isso aí é a introdução do teste:

Esse teste é besta? É, aliás como todos os outros. Só que ninguém tá te obrigando a fazer ele. Então, por favor, se vc já pensa em ofender, não continue...

porém,



Quem você é no sistema solar?
por Testelândia

égua...
Post "a música que tá me enchendo hoje"...


ESOTÉRICO

Não adianta nem me abandonar
Por quê mistério sempre há de pintar por aí
Pessoas até muito mais vão me amar
Até muito mais difíceis que eu pra você
Que eu que dois, que dez, que dez milhões
Todos iguais
Até que nem tanto esotérico assim
Se eu sou algo incompreensível meu Deus é mais

Mistério sempre há de pintar por aí

Não adianta nem me abandonar
Nem ficar tão apaixonada que nada,
que não sabe nada,
que morre afogada por mim

domingo, junho 23, 2002

encontrei o dowload do Chapéu seletor do Harry Potter...
êêêita... a galera anda muito melancólica... passoal se animem!!! Carol, que se dandem as especulações... Gabriel, se dane o lado pessoal das coisas... falem o que tiverem vontade, escancarem o que quiserem, desbravem os interiores que acontecerem de ser desbravados, tirem proveito das especulações e só respondam se quiserem às perguntas...
O passarinho dela
está batendo asas, Seo Carlos!
Ele diz que vai-se embora
sem você pegar

sábado, junho 22, 2002

beckham? Figo? Não, não. O mais lindo é o Juan.
tenho que manter minha mãe desinformada até dezembro...
esse é para a Carol e pra :


Espanha tem mais dois atentados a bomba
22.Jun.2002


Os ataques, ocorridos neste sábado nas cidades de Mijas e Santander, são os mais recentes de uma série de cinco atribuídos ao grupo separatista ETA nos últimos dois dias. Não há notícias de pessoas seriamente feridas nas explosões, que aconteceram no dia em que termina o encontro de líderes da União Européia em Sevilla. Na sexta, três atentados a bomba marcaram o início do encontro.

A polícia local disse que a primeira explosão deste sábado aconteceu no estacionamento de um hotel em Mijas. Ao contrário dos últimos atendados ocorridos na Costa do Sol com carros-bomba, o ataque de Mijas foi bem mais singelo: um ou dois quilos de explosivos foram colocados em uma sacola entre dois carros no estacionamento de um hotel. O atentado em Santander ocorreu quase duas horas depois.

Antes das explosões, a polícia recebeu avisos por telefone. Há suspeitas de que integrantes do ETA sejam os autores dos telefonemas. Na sexta, três carros-bomba explodiram na cidade de Zaragoza, ao noroeste do país, e nos resorts de Marbella e Fuengirola, ao sul. Cada um continha cerca de 30 quilos de explosivos. No total, sete pessoas foram feridas nestes atentados, incluindo turistas e três crianças.

O ETA já matou mais de 800 pessoas em sua campanha de independência da região Basca, que já dura mais de 30 anos. No último verão europeu, o ETA realizou atentados semelhantes em locais turísticos. ?Estes terroristas estão atacando uma Europa em que eles sabem que não têm lugar?, disse o primeiro ministro espanhol José Maria Aznar, que sobreviveu a um atentado do ETA antes de sua eleição, em 1996.

Apesar do ETA não assumir responsabilidades por seus atos até que se passem semanas, os ataques tipicamente coincidem com grandes eventos políticos. Em Sevilha, a segurança foi redobrada, com cerca de 10 mil policiais a postos.
...eita copa esquisita... Coréia ganha da Espanha, Turquia de Senegal... Vou parar de torcer, o time que torço perde...
mãe senhora do perpétuo socorrei...
Tô sentindo que vou enjoar logo logo destas cores do meu bologue. Tá muito femininíssimo demais pro meu gosto. Quase repugnante.