segunda-feira, junho 27, 2005

Sábado teve o cortejo. Anoitecendo. O sol tem muita importância nos acontecimentos, vejo isso, hoje. Eu, de coroa, a zabumba transpassada no ombro improvisadamente por uma faixa de karatê branca, iniciante. Eu, de coroa, tive medo de não poder com a zabumba. E o cortejo saiu, casa em casa, a borboleta das que tem as asa azul, quando ela avoa faceira no avoar. Ganhamos água, pinga, palma, riso, calo, dor. E pude. Com o peso dela no ombro e o peso de saber o que fazer com ela. Não quero outra vida. Só cortejo.

2 comentários:

Suyá Lóssio disse...

Me chama presse cortejo aí, chama, chama!!
=********

Euclides disse...

A nós tb, quero ir...